O DIRECITY GOV automatiza o desenho técnico de projetos complexos, acompanha a execução física e financeira dos contratos em tempo real e demonstra à população a entrega de impacto econômico, político e social. Deixe de reagir a urgências e governe com inteligência preditiva.
O sucesso de um mandato depende de três etapas integradas: planejar com dados, executar sem surpresas orçamentárias e comprovar os resultados à sociedade.
Hoje, as prefeituras perdem meses modelando projetos de compras ou concessões de forma artesanal, sofrem com atrasos e medições imprecisas em obras contratuais e falham em traduzir planilhas orçamentárias em impacto social percebido pelo cidadão.
Nossa plataforma resolve essas três frentes. Ela oferece suporte automatizado para desenhar o projeto ideal, controla rigorosamente a execução dos contratos e fornece indicadores automáticos sobre o valor gerado para o município.
A burocracia pesada fica sob monitoramento contínuo em segundo plano. Na mesa do gestor, a informação técnica chega pronta para virar realização e atração de recursos.
Cinco módulos de monitoramento contínuo com dados oficiais de AUDESP, SICONFI, TCE-SP, PNCP e Transferegov. O município enxerga o que o Tribunal enxerga, antes do Tribunal.
O DIRECITY GOV atua como um acelerador consultivo, auxiliando a equipe municipal desde o rascunho de uma necessidade pública até a medição do resultado entregue, com conformidade jurídica e controle absoluto.
A plataforma orienta e gera minutas estruturadas da fase interna da licitação (DFD, ETP e Termo de Referência) sob as regras da Lei 14.133, cruzando benchmarks e limites orçamentários locais para que o servidor responsável avalie, valide e formalize o edital com total robustez.
Monitore prazos, pagamentos e medições físicas de forma integrada. O sistema emite alertas automatizados sobre riscos de atrasos ou desvios contratuais antes que virem problemas operacionais ou apontamentos nos Tribunais de Contas.
Traduza dados operacionais e orçamentários em valor público claro. A plataforma compila relatórios automáticos demonstrando a evolução econômica do município, a eficiência fiscal e os retornos sociais reais gerados para a população.
Hoje, um projeto municipal morre em média três vezes antes de nascer: na mesa do procurador, na dúvida do setor de compras e no medo do apontamento. Cada um olhando um documento diferente, cada um se protegendo do outro.
No DIRECITY GOV, prefeito, secretário, procurador, compras e comunicação olham para o mesmo processo, com a mesma fundamentação, no mesmo lugar. E quando o Tribunal de Contas ou o Ministério Público perguntar, a resposta já está pronta, porque foi construída dentro do processo, não depois dele.
Assinar deixa de ser ato de coragem.
Sua prefeitura não precisa contratar uma equipe técnica que o mercado não oferece e o orçamento não paga. Precisa dos servidores que já tem, fazendo um trabalho maior.
A plataforma transforma servidor em gestor de contrato, com capacitação contínua dentro da própria ferramenta, no ritmo do dia a dia. A implantação é assistida, os dados oficiais (AUDESP, SICONFI, PNCP) entram de forma automatizada e o painel foi desenhado para ser lido por prefeito e secretário, não por analista de dados.
Todo mês, um relatório de uma página chega no seu WhatsApp: um número de resultado, um alerta de risco, uma ação recomendada. Se o senhor lê mensagem, o senhor opera o sistema.
Conhecer o Modelo de Suporte ITILEstruturar uma PPP hoje consome meses de estudos antes mesmo da MIP (Manifestação de Interesse Privado), e o município sem equipe técnica acaba avaliando propostas privadas sem referência própria. A plataforma não pula etapas legais. Ela faz o município chegar em cada etapa com o dever de casa pronto.
Modelagem preliminar de viabilidade com dados que já estão no sistema: despesa atual, receita vinculável, benchmark nacional, matriz de riscos. O município sabe se o ativo comporta PPP, concessão comum ou licitação tradicional antes de abrir qualquer procedimento.
A MIP deixa de ser uma prova que o privado escreve e corrige. O município passa a ter o gabarito, com VPL, CAPEX e análise de VFM (Value for Money, a comparação entre fazer com recursos próprios ou via concessão) já calculados.
Quando o porte não comporta PPP formal, a plataforma indica o instrumento certo: concessão administrativa, locação de ativos ou consórcio intermunicipal com cidades vizinhas.
O PDTIC (Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação, exigido pelo TCE-SP e avaliado no i-GovTI) deixa de ser o documento que o Tribunal exige e vira a carteira de projetos financiáveis do município.
Cada linha do plano é um projeto que a Fábrica de Projetos pode puxar e transformar em processo completo, com custo estimado, caminho de contratação e fonte de financiamento possível. E como o plano nasce amarrado ao Plano de Governo, ele responde a pergunta que decide eleição: o que foi prometido e o que foi entregue.
Relatório "O que o TCE vai apontar em [seu município]", gerado com dados públicos oficiais, entregue em até 7 dias. Sem compromisso.
Economia identificada, emendas abertas e nota IEGM projetada com plano de recuperação. Se o valor encontrado não superar o custo do projeto no ano, a conversa termina aqui, sem custo de saída.
Painel ativo, relatório mensal de uma página no WhatsApp e a régua de resultado girando à vista de todo mundo, inclusive da câmara.
Preços definidos por porte populacional. Licenciamento exclusivo de software registrado no INPI nº BR512026003945-2 e certificado pela ABES nº 260602/45.740 para fins de inexigibilidade (Lei 14.133/2021).